Diocese
Escola Catequética Companheiros de Emaús
Animação Bíblico-Catequética
- Diocese de Toledo -
I- JUSTIFICATIVA
A Pastoral Bíblico-Catequética tem por finalidade aprofundar o primeiro anúncio do Evangelho: levar o catequizando a conhecer, acolher, celebrar e vivenciar o mistério de Deus, manifestado em Jesus Cristo, que os revela o Pai e nos envia o Espírito Santo.
Cabe a comunidade cristã acompanhar a organização da catequese, a qualificação dos catequistas e a acolhida dos catequizandos. Assim a ação catequética torna-se uma mútua responsabilidade, atendendo às fases que preparam para os sacramentos da iniciação, de forma especial para crianças e adolescentes, mas também para jovens, adultos e portadores de necessidades especiais que ainda não receberam a iniciação cristã.
É na direção dos adultos que a evangelização e a catequese devem orientar seus melhores agentes. Urge que os adultos façam uma opção mais decisiva e coerente pelo Senhor e sua causa, ultrapassando a fé individualista, intimista e desencarnada. Os adultos criarão condições para a educação da fé das crianças e jovens, na família e na própria comunidade eclesial.
A missão principal dos pais é criar ambiente e dar apoio para que o catequizando caminhe para comunidade de fé. Enquanto a família não for capaz de contribuir com a educação da fé de seus filhos, o catequista e a comunidade têm uma tarefa ainda mais delicada e urgente, a ser desenvolvida com sensibilidade e carinho.
Ainda que os pais e a comunidade sejam responsáveis pela educação da fé, somente alguns recebem a missão e vocação de ser catequistas. A estes cabem uma delicada missão de transmitir a fé, no seio da comunidade e merecem que a Igreja os ajude a ter sucesso na tarefa que na gratuidade e generosidade abraçaram.
II – Objetivo Geral
A Pastoral Bíblico-Catequética tem por objetivo traçar os critérios de ação catequética, orientar, coordenar e estimular a atividade catequética nas diversas paróquias. Este processo catequético de educação da fé deve ser comunitário, permanente, progressivo, ordenado, orgânico, sistemático e inculturado, um verdadeiro itinerário das verdades sobre Jesus Cristo, a Igreja e o Homem, integrando fé e vida, centrado no desenvolvimento total do ser humano, vocacionado para a vida, promovendo a capacidade de aprender caminhando, ouvindo e agindo com o mestre para ser discípulo missionário, formando comunidades autênticas, que promovam a convivência fraterna e solidária, em prol da verdade, da justiça e da paz.
III - Objetivos específicos
- Catequizar crianças, pré-adolescentes, adolescentes, jovens, adultos e portadores de necessidades especiais para a recepção dos sacramentos de iniciação cristã.
- Catequizar os adultos, pais dos catequizandos, levando-os a reforçar a opção pessoal por Jesus Cristo e vida em comunidade.
- Preparar catequistas para serem discípulos missionário, para desenvolver as tarefas de iniciação, de educação e ensino a fim de que saibam transmitir o Evangelho com convicção e autenticidade, para que a Palavra viva se torne luz e fermento em meio a sociedade atual.
- Instituir o ministério da catequese, aos catequistas reconhecidamente eficiente como educadores da fé de adultos, jovens e crianças, e dispostos a se dedicarem por um tempo razoável à atividade catequética na comunidade.
- Promover aprimorada formação dos catequistas, estabelecer itinerários de fé, discernir sobre a idade da catequese, apoiar as coordenações paroquiais, criar e organizar escola catequéticas diocesanas, ler, estudar e aprofundar documentos em todos os níveis propor formação permanente dos catequistas.
- Detectar os “novos areópagos” da catequese no âmbito da diocese.
IV – Atividades Permanentes
a)Reuniões das Coordenações Diocesanas da catequese do Regional Sul II.
- Reunião da catequese do regional Sul II em Curitiba;
- Sulão Bíblico-Catequético;
- Reunião das Coordenações Paroquiais e Decanais de Catequese;
- Encontros Diocesanos Catequese de Inspiração Catecumenal (Catequese com Adultos);
- Encontros Diocesanos Catequese junto às Pessoas com Deficiência;
- Grupode Estudo da Catequese (GRECAT);
- Escola Complementar Ministério Laical de Catequista;
- Encontros Diocesanos Pastoral Vocacional do Catequista;
- Escola Catequética Companheiras de Emaús;
Atual Equipe de Coordenação Diocesana (2023-2025)
- Pe. Roberto Lopes de Souza – Assessor Diocesano
- Fernando da Rocha - Coordenador Diocesano
- Maria Carmela Loveira de Oliveira – Voce-coordenadora Diocesana
- Airton Fernandes Baliero
- Douglas Vinícius Mequelin
- Francisca Otília Shons
- Maria Artes Coma
- Marines Ribeiro Zulian
- Matheus Hugen
- Vania Salete klein
- Greicy Jhenifer Tiz
- Adriana Delabio
- Solange Aparecida Goulart Correa
- Vera Lúcia Lazzari
Escola Catequética Companheiras de Emaús
Em 1996 iniciava a primeira turma da Escola Catequética Companheiros de Emaús, e, ao longo destes anos, tem demonstrado eficiência no processo de formação para os catequistas da Diocese de Toledo.
Atualmente, cada turma da Escola Catequética tem duração de dois anos, divididas em dez etapas, que ocorrem nos finais de semana no centro de formação Instituto São João Paulo II. As etapas iniciam com o jantar na sexta-feira e são encerradas no fim da tarde de domingo, 21h de atividades por final de semana. Totalizando 210h ao longo do curso.
Para cada etapa, a turma conta com um tema diferente, sendo que os assessores da Escola são especialistas, mestres ou doutores em sua área e desenvolvem os temas sempre dentro de uma mística teológico-catequética.
Ao final de cada etapa são encaminhadas atividades para os cursistas realizarem no período entre as etapas: leituras, resumos, pesquisas, preparação de seminários, entre outros.
Geralmente as noites de sábado são assessoradas pela coordenação da Escola, que dentro de uma metodologia de oficina e/ou laboratório, são discutidos/refletidos conteúdos especificamente catequéticos, como por exemplo: Diretório Nacional de Catequese, Ministério da catequese, catequese e liturgia, entre outros, que não são contemplados no programa regular da Escola Catequética.
Desde 2004, a Escola Catequética tem uma parceria com a Pontifícia Universidade Católica de Toledo (PUC), e passou a ser também Curso de atualização Teológico-Pastoral e os cursistas recebem cerificação desta universidade, o que favorece a muitos, inclusive em sua vida profissional, já que a mesma é destinada a leigos.
Mística
“Não estava ardendo nosso coração quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as escrituras” (Lc 24,32)
O texto bíblico escolhido como itinerário inspirador e mística para todas as atividades da pastoral bíblico-catequética é tirado do Evangelhos de São Lucas 24,13-35, relata a experiência dos “discípulos de Emaus”. O texto aponta a experiência do encontro com Jesus Cristo, no caminho, na Palavra e na Eucaristia. Os discípulos, ao realizarem uma experiência nova, o encontro com o Ressuscitado, voltaram pelo mesmo caminho, mas com um horizonte diferente, um novo horizonte, tanto para a vida como para a missão.
A Palavra de Deus ajuda a entender os fatos e aquece o coração. As escrituras indicam o caminho a seguir. Percorrendo as escrituras, Jesus vai iluminando a mente e o coração dos discípulos. Com o coração aquecido, os olhos se abrem e um novo ardor se espalha. Os discípulos, ao reconhecer Jesus, retomam o caminho para Jerusalém, lugar da perseguição, do medo, do afastamento, da fuga para transformar em lugar de missão, de ressurreição, de abertura, de alegria, de ardor do espírito.
Cada catequista é chamado a caminhar com o Senhor, fazer a experiência do encontro com o Ressuscitado. Quando isso ocorre os corações começam a arder e quando o coração queima, se restabelecem as energias. Sonha-se de novo. Sem Jesus o caminho é longo, o desânimo, o medo e a incerteza caminham com a gente e isso impede de enxergar o horizonte do caminho.
Fica conosco, Senhor! Se estamos cansados do caminho, tu nos confortas na fração do pão, ilumina nossa mente com tua Palavra, Fica em nossas famílias, nossos catequistas, sustenta-nos em todos os momentos, consola-nos quando as sombras nos ameaçarem. Fica em nossos lares para que ali tenha vida em abundância. Fica também, Senhor, com os fracos, os mais frágeis, nossas crianças, nossos idosos e também com todos os catequistas que se doam em generosidade. Fortalece-nos a todas e a todos como discípulos e missionários.
Metodologia
A Escola Catequética Companheiros de Emaús tem como inspiração de sua mística o encontro de Jesus Ressuscitado com os discípulos de Emaús. Pedagogicamente ele se coloca a caminhar com os discípulos, participa de suas angústias e, enfim, revela-se, despertando atitude de retomada do caminho (Lc 24,13-35).
1. VER – (sentir = informar-se) Lc 24, 15.17.19 “O que é que vocês andam conversando pelo caminho?”
A iniciativa de Jesus é de acolhida para conhecer o que angústia o coração dos dois discípulos que caminham desolados de volta a Emaús. O catequista é aquele que, antes de anunciar a mensagem, coloca-se a caminhar com os catequizandos, numa atitude de inculturação.
A Escola Catequética Companheiros de Emaús procurará VER, através da análise da realidade, a situação socioeconômica-política e cultural do Brasil. Procurará SENTIR a pessoa humana na modernidade e a realidade do catequista com a mesma e, para que haja inculturação da fé, faz-se necessário conhecer, VER, SENTIR a realidade do povo.
2. Julgar – (discernir = saber conhecer Lc 24, 27.32) “Começando por Moisés e continuando por todos os Profetas, Jesus explicava para os discípulos todas as passagens da Escritura que falavam a respeito dele”.
O catequista, a partir de sua experiência de proximidade com Deus, anuncia Jesus Cristo ao catequizando, percorrendo as passagens das Escrituras em que Deus se revelou fazendo história com a humanidade.
Jesus está presente no anúncio da palavra, que mostra o sentido da sua vida e ação. Jesus iluminou a realidade dos discípulos e eles compreenderam depois. Assim a Escola Companheiros de Emaús dará a formação bíblica, cristológica, eclesiológica, etc., para que o participante possa JULGAR a realidade, interpretar a história e tenha condições de DISCERNIR, o certo do errado, o bem do mal.
O companheiro de Emaús vai se FORMAR à luz dos conteúdos estudados e refletidos, para que o seu coração possa se abrasar e consiga entender o Projeto do Pai revelado por Jesus.
3- Celebrar – (espiritualidade = sensibilidade amorosa = transformar-se Lc 24,29-31)
“Sentou-se à mesa com os dois, tomou o pão e abençoou, depois o partiu e deu a eles. Nisso os olhos dos discípulos se abriram, e eles reconheceram Jesus”. A Palavra proclamada tem seu auge na Eucaristia.
A escola prima pelo CELEBRAR, pela espiritualidade. Sabemos que catequese e liturgia andam juntas. É prioridade na formação dos catequistas os momentos de espiritualidade, através de orações e celebrações, para que Cristo fique conosco como em Emaús, para que possamos reconhecê-lo, descobri-lo no partir o pão da Eucaristia, das orações, das confraternizações e da convivência humana. Como dizia D. Albano Cavalin, não se quer formar “cabeçudo”, mas discípulo, pois toda a caminhada da escola busca a dimensão catequética.
4. Agir – (saber conviver – Lc 24, 33.35)
“Na mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém, onde encontraram os onze, reunidos com os outros”.
O que faz com que a experiência real da presença de Deus em suas vidas, não fique no comodismo, também hoje somos convidados a se levantar e se unir para a transformação do mundo.
A escola dará a conhecer a mensagem para que cada um se torne discípulo missionário, anunciador do Cristo Ressuscitado, através do seguimento. Que cada um volte para sua paróquia ou comunidade para contar as maravilhas encontradas pelo caminho, os conteúdos estudados, as celebrações, a convivência e mística dos companheiros de Emaús.
O cursista Emaús, desta escola, irá VER como Jesus, sobre a realidade, a cultura e a modernidade. Irá JULGAR através dos estudos, conteúdos ministrados para interpretar e CELEBRAR a vida, os acontecimentos, na integração FÉ E VIDA. E assim AGIR para transformar o mundo, como anunciador-testemunha do CRISTO RESSUSCITADO.
Conteúdos e Carga Horária
- Mística da Escola.................................................................. 12h
- A História de Israel .....................................................................16h
- Profetismo............................................................................ 20h
- Metodologia Catequética....................................................... 20h
- Evangelho sinóticos e vida de São Paulo............................... 20h
- Iniciação a vida cristã e catecumenato......................................20h
- Iniciação a Vida Cristã e Rituais.................................................16h
- Espiritualidade...................................................................... 16h
- Liturgia e Catequese............................................................. 20h
- Metodologia Catequética com crianças e adolescentes........... 20h
- Educação dos jovens (Ética, Moral e valores) ........................ 20h
- Metodologia Catequética com Adultos................................... 20h
- Pedagogia Catequética......................................................... 20h
- Catequese Junto às Pessoas com Deficiência..........................12h
- Documentos da Igreja sobre Catequese................................. 16h
- Estágio Pastoral................................................................... 10h
GRECAT – Grupo de Reflexão e Estudo da Catequese
O Grupo de Reflexão da Catequese (GRECAT) veio responder o anseio de nossos catequistas pela busca de formação continuada. Esta busca é fruto também da formação despertada pela escola catequética Companheiros de Emaus.
Esta experiência teve início em 2005, com encontros realizados em âmbito diocesano. Neste período, vários temas foram estudados e aprofundados: Temas bíblicos, catequéticos, Documentos do Magistério da Igreja, Leitura orante da Bíblia, Oficinas Pedagógicas e Produção de um subsídio para formação dos catequistas iniciantes.
Todo o trabalho não perdeu de vista o objetivo, de preparar catequistas formadores para atuarem nas paróquias na formação de adultos, quer seja os catequistas iniciantes e de base ou ainda a reflexão junto às famílias dos catequizandos.
A idéia do GRECAT, surgiu como um compromisso assumido pela catequese diocesana, no Congresso Paraense de Catequese, tendo em vista a formação de um Grupo permanente de Reflexão da Diocese de Toledo, que irá atuar como multiplicadores na formação de agentes de catequese com adultos e na formação permanente dos catequistas e pais dos catequizandos.
O processo catequético é dinâmico e permanente, um verdadeiro itinerário de fé que leva ao encontro pessoal com Cristo Vivo, presente na comunidade. Para que o “encontro” seja possível, faz-se necessário uma comunidade catequizadora, capaz que ajudar o adulto em seu processo de amadurecimento e caminhada na fé. Para isso, faz-se necessário que haja agentes adultos, amadurecidos na fé, capazes que auxiliar outros adultos no processo iniciático ou de retomada da caminhada de fé.
Elemento fundamental desse processo é a formação permanente dos catequistas. Partindo dessa premissa inicial e do olhar diagnóstico sobre a realidade diocesana, nasce a necessidade de um grupo de reflexão permanente, que seja de apoio às comunidades e fonte instrumentalizadora para a formação e manutenção de núcleos paroquiais de formação permanente em catequese. De 2005 a 2010 muito se trabalho e boas experiências ocorreram até que em 2011, a coordenação diocesana deu nova fisionomia ao projeto, e organizou encontros do GRECAT nos decanatos, realizados concomitantemente a fim de preparar um número maior de formadores para esse trabalho tendo êxito e progredido até 2020. Em 2021 o GRECAT precisou ser reformulado por conta da Covid 19 que abriu outras possibilidades também de evangelização, isto é, neste período ocorreram os encontros do GRECAT em modalidade online além de que o público foi alterado, passando a transmitir o conteúdo aos catequistas que desejassem participar e não apenas os formadores de catequistas nas comunidades. Enfim, a cada período o Espírito de Deus inspirado ações possíveis.
Abaixo, breve contexto para a participação do GRECAT pelo assessor Pe. Roberto Lopes de Souza:
Prezadas e prezados catequistas, há vários anos nossa diocese mantém um grupo com o objetivo de estudo e reflexão. Este grupo é o GRECAT (Grupo de Reflexão da Catequese). Desde o seu surgimento, muitos temas importantes já foram estudados, atingindo centenas de catequistas. Nos últimos anos nos dedicamos ao estudo dos evangelhos de Marcos e de Lucas, com uma ótima participação. Este ano estudaremos o evangelho de Mateus, e contamos com uma participação ainda melhor.
Procuramos sempre nos adaptar à realidade do nosso tempo. Sendo assim, propomos uma novidade para este ano: a realização do GRECAT em todas as paróquias da diocese no mesmo dia e horário! É um desafio que assumimos com alegria e boas expectativas. O que queremos com isto? Simplificar as coisas, sem perder a qualidade.
Lembramos que o GRECAT surgiu para atender às necessidades de estudo e reflexão dos catequistas, sendo realizado em duas instâncias: a decanal e a paroquial. Na instância decanal aconteciam os encontros com duração de duas a três horas com representantes de cada paróquia do decanato. Na instância paroquial estes mesmos representantes tinham a missão de replicar o conteúdo que haviam estudado no decanato. Ou seja, a ideia sempre foi proporcionar formação às coordenações e aos catequistas da base. Quem ajudou a construir esta história tem muitas experiências bonitas a partilhar.
Com a chegada da pandemia da Covid 19 tivemos que nos adaptar, assim como as demais pastorais da Igreja. Estudamos o evangelho de Marcos, por exemplo, de modo totalmente online, utilizando a plataforma do Google Meet. Quando iniciamos o estudo do evangelho de Lucas as coisas já tinham melhorado, e a pandemia foi, aos poucos, sendo superada. Porém, como havíamos colhido bons frutos da experiência do estudo online, decidimos realizar o GRECAT de forma mista: 50% online e 50% presencial. Isto também funcionou muito bem. Porém, percebemos que havia uma “certa reclamação” quanto à participação de catequistas no nível paroquial. Os representantes paroquiais, geralmente pessoas das coordenações, precisavam encontrar em sua agenda oito datas para o GRECAT: quatro para a instância decanal e quatro para a instância paroquial. E às vezes, mesmo com todo este esforço e dedicação, não encontravam tanta facilidade na instância paroquial, contando aí com pouca participação. Foi pensando nisso que pensamos em diminuir a agenda e manter a mesma quantidade de formação. De que modo? Realizando o GRECAT na instância paroquial, todos ao mesmo tempo, utilizando da tecnologia que hoje temos disponível, e que não havia no início do GRECAT. São soluções novas para tempos novos.
Queremos aproveitar as comodidades do estudo à distância, mas sem perder as riquezas do encontro presencial, das partilhas, das amizades, dos lanches... Como percebemos que muitas paróquias já estavam se reunindo para acompanhar juntos o GRECAT online, então achamos por bem iniciar esta nova experiência. O que precisaremos para isto? Um espaço paroquial onde tenha conexão com a internet, um notebook, e se possível, uma TV maior ou um projetor multimídia, para que todos os participantes possam visualizar bem as transmissões. E o mais importante, é claro, catequistas dispostos a aprender juntos, a ler a bíblia, a fazer os exercícios e a partilhar. Acreditamos que estes são os elementos que não poderão faltar para o sucesso de nosso GRECAT.
Com nossa metodologia queremos entender melhor o evangelho de Mateus: quais as suas características, as suas peculiaridades, o seu conteúdo. É claro que todos os evangelistas falam da mesma boa notícia de Jesus Cristo. Mas será que todos falam do mesmo modo? Será que todos transmitem exatamente o mesmo conteúdo? É evidente que não, pois cada pessoa é única, tem sua própria experiência e sua própria percepção da realidade. Por isso, é compreensível que cada pessoa que conviveu historicamente com Jesus ou que teve uma experiência mística com ele tenha algo diferente para contar.
No nosso conhecimento básico e geral sobre a história de Jesus Cristo nem sempre percebemos as peculiaridades de cada evangelista. Vamos gradativamente memorizando a história, sem diferenciar as fontes. Por exemplo, é muito comum lembrarmos de algumas parábolas de Jesus, mas não é tão comum lembrarmos qual evangelista escreveu cada uma. Alguém pode narrar com detalhes a Parábola do “Filho Pródigo” e dizer que foi Mateus que a escreveu. Outro pode saber de cor o sermão das bem-aventuranças e dizer que foi João que o escreveu. É claro que o mais importante é saber que foi Jesus quem disse, mas quando conhecemos melhor as características de cada evangelho, com certeza, a nossa compreensão aumenta.
Quem já estudou o evangelho de Marcos deve se recordar que ele escreveu para cristãos moradores de Roma e que, provavelmente, foi ajudante do apóstolo Pedro. Por outro lado, quem estudou o evangelista Lucas deve se recordar que ele foi ajudante de Paulo, e que escreveu também, além do evangelho, os Atos dos Apóstolos. De Marcos podemos recordar ainda que o seu evangelho é o mais antigo e o mais breve, e que Lucas e Mateus copiaram algumas coisas dele, mas também beberam de outras fontes e da própria experiência pessoal. De Lucas ainda podemos recordar que ele teve uma pretensão de universalidade ao escrever seu texto, ou seja, escreveu para cristãos convertidos do judaísmo e para cristãos convertidos do paganismo. E Mateus, para quem será que ele escreveu? Quem era ele? Qual o seu objetivo? Resumidamente, podemos dizer que Mateus escreveu para cristãos convertidos do judaísmo; que ele era um cobrador de impostos que se tornou apóstolo de Jesus; e que ele tinha o objetivo de mostrar a conformidade de Jesus com a Lei de Moisés, tão respeitada pelos judeus.
Assim como o estudo de Marcos e Lucas foi feito de modo partilhado, através de leituras e exercícios, do mesmo modo queremos proceder em relação a Mateus. Nossa pretensão não é dar palestra sobre ele, mas possibilitar que todos possam fazer a sua própria viagem pelo seu evangelho. Alguns dos exercícios propõem uma comparação entre relatos de Mateus e de outros evangelistas. É algo muito simples, mas que vai nos aprofundando no conhecimento das diferenças. O papel do assessor, portanto, é o de acompanhar o processo do conhecimento através de algumas pistas de leitura, mas principalmente, valorizar o óbvio, ou seja, a leitura.
Pe. Roberto Lopes de Souza
Assessor Diocesano da Animação
Bíblico-Catequética
Ministério de Catequista na Diocese de Toledo
No dia 10 de maio de 2021 o Papa Francisco, através da Carta Apostólica Antiquum Ministerium, instituiu o Ministério laical de Catequista. O título desta Carta Apostólica é tirado de sua primeira frase: “MINISTÉRIO ANTIGO é o de Catequista na Igreja” (FRANCISCO, Carta Apostólica em forma de Motu Próprio Antiquum Ministerium: pelo qual se institui o Ministério de Catequista. Brasília: Edições CNBB, 2021, n. 1). Com isto, o Papa Francisco deixa claro que o ato de catequizar remonta aos primórdios da Igreja. Mesmo não sendo um ministério instituído oficialmente, ele existe na prática desde o início do cristianismo. Então, poderíamos nos perguntar: Por que instituir um ministério, se ele já existe na prática? O Papa Francisco procura deixar claro que esta é uma maneira de valorizar e cuidar de uma vocação muito importante dentro da Igreja. Assim diz o Papa: “receber um ministério laical como o de Catequista atribui uma ênfase maior ao empenho missionário típico de cada batizado que, no entanto, deve ser desempenhado de forma plenamente secular, sem cair em qualquer tentativa de clericalização” (Antiquum Ministerium, n. 7).
Após a instituição do Ministério laical de Catequista iniciamos em toda a Igreja um período de reflexão e preparação para colocar isto em prática nas diversas dioceses. O próprio Papa Francisco deixou à cargo das Conferências Episcopais a elaboração de critérios e propostas formativas para a instituição deste ministério nas realidades de cada país. Sendo assim, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) elaborou o documento n. 112, intitulado: “Critérios e Itinerários para a Instituição do Ministério de Catequista”. Este documento ficou pronto no dia 04 de novembro de 2022, ou seja, aproximadamente um ano e meio após a Carta Apostólica Antinquum Ministerium. A partir daí a diocese de Toledo, assim como as outras dioceses do Brasil, iniciou o processo de estudo para implantar na própria diocese o Ministério de Catequista.
Os membros da coordenação diocesana da Animação Bíblico-Catequética da diocese de Toledo reuniram-se para estudar o documento n. 112. Após inúmeras reflexões, várias ideias surgiram e uma proposta concreta está sendo amadurecida para ser implantada a partir do próximo ano. Esta proposta já foi apresentada para as coordenações paroquiais através de um Encontro Diocesano, e também para todos os padres, através das reuniões decanais do clero. Além disso, foi sugerido para as coordenações paroquiais que todos os catequistas tenham em mãos e estudem o documento n. 112, pois é a partir das orientações deste documento que queremos caminhar em unidade com toda a Igreja.
Algumas propostas do documento 112 da CNBB
Como o próprio título do documento diz, são “Critérios e Itinerários para a Instituição do Ministério de Catequista”, portanto, de modo muito resumido, queremos apresentar alguns destes critérios e itinerários.
Primeiramente, é importante salientar que precisamos distinguir entre “catequistas já atuantes” e “catequistas iniciantes”. Os primeiros candidatos ao Ministério são os catequistas já atuantes. Neste caso, os critérios para que eles recebam o ministério são:
“a. ser escolhido pela comunidade eclesial: a escolha cabe ao pároco, em diálogo com as coordenações paroquiais da Iniciação à Vida Cristã (IVC) e outros grupos que ele julgar oportuno;
b. ter no mínimo 20 anos de idade e, no mínimo, 5 anos de atuação e experiência na catequese;
c. ter participado da formação básica proposta pela diocese;
d. ter participado da formação específica e imediata para a recepção do Ministério, de acordo com as orientações da CNBB (mínimo de 6 meses)” (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Critérios e Itinerários para a Instituição do Ministério de Catequista. Brasília: Edições CNBB, 2022, n. 15).
Quanto aos catequistas iniciantes, de modo geral, os critérios são basicamente os mesmos dos catequistas já atuantes, ficando claro que eles poderão receber o Ministério de Catequista quando não forem mais considerados iniciantes, ou seja, somente depois de cinco anos de atuação. Porém, como catequistas iniciantes, eles já podem demonstrar o interesse em receber o Ministério e, assim, começar a sua caminhada de acompanhamento vocacional e formação ao longo de cinco anos.
Os itinerários formativos são bem amplos. Para quem já é catequista atuante há mais de cinco anos, é importante levar em conta a formação que já receberam e oferecer uma formação complementar. Esta formação deverá durar no mínimo seis meses, contemplando os seguintes temas: “SER – O catequista ministro da Palavra: (1) O Ministério de Catequista; SABER – O catequista testemunha da fé e guardião da memória de Deus: (2) O Evangelho de Jesus Cristo (a centralidade do Evangelho na catequese; a Cristologia à luz de cada Evangelho, etc.), (3) Crer (o Símbolo da fé, destaque para Jesus Cristo; ter em conta o ecumenismo e o diálogo inter-religioso), (4) Celebrar (relação entre Catequese e Liturgia), (5) Viver (as Bem-Aventuranças, a missão do cristão no mundo), (6) Orar (o Pai-Nosso como modelo de oração do Catequista) e SABER FAZER – O catequista mestre e mistagogo: (7) A catequese de inspiração catecumenal e o papel do catequista nessa perspectiva, (8) Prática e partilha de uma atividade evangélico-transformadora (cuidado da Casa Comum, caridade, prática ociotransformadora, etc.)” (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Critérios e Itinerários para a Instituição do Ministério de Catequista. Brasília: Edições CNBB, 2022, n. 37).
Para os catequistas iniciantes, a proposta do itinerário temático é bem mais complexa, contendo 16 itens, porém não os citaremos aqui, pois a nossa prioridade são os catequistas já atuantes. Somente depois de prepararmos os catequistas já atuantes, iniciaremos o processo de preparação para os catequistas iniciantes.
Atualização da proposta na diocese de Toledo
Tendo em vista que é necessário ter pelo menos cinco anos de atuação na Catequese para poder receber o Ministério de Catequista, a diocese de Toledo está propondo para o próximo ano a formação diocesana para catequistas já atuantes, levando em conta os seguintes critérios:
- que queiram ser Ministros da Catequese e tenham o apoio de sua comunidade eclesial;
b- que tenham participado e concluído a Escola Catequética Companheiros de Emaús, considerada a nossa formação básica;
c- que participem da formação específica e imediata para a recepção do Ministério, de acordo com as orientações da CNBB.
Portanto, estamos propondo para o ano de 2024 a formação específica e imediata para o Ministério de Catequista. Será uma formação diocesana ao longo de seis etapas, contemplando candidatos das diversas paróquias de nossa diocese que já concluíram a Escola Catequética. Como a Escola Catequética já formou várias turmas ao longo dos anos, estamos fazendo um levantamento em todas as paróquias para saber quantas das pessoas formadas ainda continuam na Catequese. Assim saberemos quantos são os possíveis candidatos para participar da nossa formação. Procuraremos distribuir as vagas proporcionalmente de acordo com a quantidade de candidatos de cada paróquia.
Temos consciência de que o mais importante não é conferir o Ministério de Catequista para um grande número de pessoas, e sim, iniciar este novo processo em nossa diocese, que será amadurecido ao longo dos anos. Acreditamos que, à longo prazo, iremos nos capacitando para acompanhar melhor a formação de nossos catequistas e o seu discernimento vocacional, de modo que mais e mais catequistas queiram receber o ministério e, consequentemente, queiram participar do itinerário formativo. Que o Espírito Santo nos ilumine nesta bela e nova missão!
Pe. Roberto Lopes de Souza –
Assessor Diocesano da Animação
Bíblico-Catequética
Edição Revista Cristo Rei julho/2024


Instituição dos primeiros Ministros da Catequese pelo Bispo Diocesno agendado para 13 de dezembro de 2024.
Relação das Turmas da Escola Catequética Companheiros de Emaús – Diocese de Toledo PR
1ª Turma 1996-1997
Cristo Rei - Catedral - Toledo
1- Casturina P. Santana
2- Elizabeth Maria Friedrich
3- Jean Margarete B. Dreher
4- Matilde dos Santos Silva
5- Maria Bernadete Novachinski
6- Nair Hickmann
7- Sandra Maria Perin Citadin
São Cristóvão - Toledo
1- Maria Raimunda Fedel
2- Maria de Fátima Rotta
3- Maria Regina dos Santos
4- Mauro Urbik
5- Rejane Ribeiro
6- Regina Marizete Rotta
7- Saionara Papini
São Pedro e São Paulo - Toledo
1- Durvalice Ramos Morais
2- Antonio Dias
3- Eliane da Silva
4- Juvelina Brum
5- Luiz Souza Santos
6- Nilta Cristina da Silva
7- Cleonice da Silva
Sagrada Família - Dez de Maio - Toledo
1- Clair Scheneider
2- Terezinha Ivete R. Anschau
3- Julio Moresco
Menino Deus - Toledo
1- Ir. Mary Pauletto
2- Ir. Rita S. de Oliveira
Nossa Senhora de Fátima - Vila Nova
1- Glaucir Dupont
2- Jane Vicenzi
3- Neri Gabardo
São Pedro - São Pedro do Iguaçu
1- Graciela Cassiana Heiss
2- Michelle Zorzi
3- Zélia Caetano
Nossa Senhora Aparecida - O. Verde
1- Albertina Pelenz
Nossa Senhora Aparecida - Terra Roxa
1- Angelina Quálio Zavaschi
2- Davi José Rodrigues
3- Geraldo Fermino da Silva
4- Telma Veridiano
Nossa senhora de Fátima - Maripá
1- Anita Bertinelli
2- Irineu Afonso Koeh
3- Mauro Molossi
4- Rita Spagnol
5- Valdirene Anastácio
6- Valdemar Martignago
7- Lina Martignago
São Vicente Palotti - Palotina
1- Ione Sgarli
2- Maria da Gloria Pelanda
3- Noeli Sperandio
4- Salete Pasqualetto de Souza
5- Teresina Bortolozo
Nossa Senhora dos Navegantes - Guaíra
1- Ana Isaura da S. Agostini
2- Andréia Rodrigues dos Santos
3- Conceição de Fátima Lilanio
4- Nilta Maria Rezende
5- Sirsa Bareto Marcatto
Nossa Senhora Aparecida - Guaíra
1- Agnaldo D. Pereira
2- Cleuza Maria M. Garcia
3- Manoel Pereira
4- Maria Daias da Silva
5- Fabiana Gisela Tonon
Sagrado Coração de Jesus - M. C. Rondon
1- Cleunice Gonçalves Dias
2- Lucia Brusehi
3- Marcos Bach
4- Noeli Petry
5- Sebastiana da Silva
6- Zélia Brun
Nossa Senhora Aparecida - Mercedes
1- Maria Goretti Weber
Nossa Senhora da Glória - Q. Pontes
1- Melita Scheneider
2- Rosilaine Seibert
3- Terezinha Boufler
Santa Rosa de Lima - Nova Sta. Rosa
1 - Márcia Lunkes
2 - Nelci Diel Philippsen
São Luiz Gonzaga - Pato Bragado
1- Lucia Marenice Wolff
2- Volmir Kaubental
Nossa Senhora do Carmo - Assis Chat.
1- Roseli Maria Paltamim
2- Eulásia F. Carlos
São Francisco de Assis - Assis Chat.
1- Adão Leite da Silva
2- Ademar Bueno
3- Denílson Boffo
4- Flavio Campos
5- Mariana Mariussi
6- Valdecir
Santo Inácio de Loyola - Jesuítas
1- Antonio Natal Raizi
2- Alberto Toschi
3- Adilson Dala Costa
4- Ataliba Pedroso
5- Ana Lucia Felipsen
6- Claudia Spinassi
7- Cleide de Oliveira
8- José Maria Medeiros
9- Lucilene Aparecida da Silva
10 - Osvaldo Busiquia
11- Isnardi Stefhani
12- Wilson Gallo
Santo Antonio - Formosa
1- Ângela Maria Cavalheiro
2- Luciana Pereira da Silva
3- Lucileide Fracarolli Viana
4- Luzia Toti Boza
5- Maria Aparecida Biló Roque
São Roque - Nova Aurora
1- Lindacir Popovicz de Souza
2- Natalina de Paula Gama
3- Erondina Bernarti
Nossa Senhora de Lourdes - Tupassi
1- Iraci Patrícia Santana
2- José Ricardo de Casttilho
3- Vilma Justino Gotardo
Paróquia não representadas
- Cristo Rei – Entre Rios do Oeste
- Nossa Senhora das Graçcas – Novo Sarandi – Toledo
- Santa Margarida – Vila Margarida – M. C. Rondon
Paróquias ainda não criadas
- Sagrada Família – Toledo (1998)
- São Francisco de Assis – Toledo (2000
- Maria Mãe da Igreja – Marechal Cândido Rondon (2007)
2ª Turma 1998-1999
Catedral Cristo Rei – Toledo
1- Bernadete Kamiani
2- Irani Muraro
3 - Neuza Botin
4- Jandira Papen
5- Idelsen Magro
6- Ligia Serafini
7- Lourdes De Morais
São Cristovão – Toledo
1- Claudete Colombo
2- Irene Prolo
3- Iara Stroparo
4- Silvana Conti
5- Terezinha Savaris
6- Tereza S. Pereira
7- Marlene Topper
8- Cledy Araújo
9- Éster Philippsen Araújo
São Pedro e São Paulo - Toledo
1- Arnaldo Gonçalves
2- Maria Sebastiana Pecin
3- Sueli Rodrigues
Sagrada Família – Dez de Maio
1- Antonieta Paludo
2- Andréia Perius
3- Helena Keller
4- Luciane P Bordignon
5- Hugo Malmann
6- Ricardo L. Klimann
Menino Deus- Toledo
1- Maria Nelci Canavesi
2- Sueli Lukmann Guerra
3- Darci Zaltron
4- Ir. Arlete Frare
São Pedro- são Pedro
1- Claudete Lazari
2- Luciano José De Souza
Nossa Senhora De Fátima - Maripá
1- Bernadete Lerner
2- Maria Das Mercês Pradi
3- Marcelino Mariano
4- Cleonice Dias De Souza
5- José Elias Pandini
São Vicente Palotti – Palotina
1- Cândida Biazussi
2- Maria Gris
3- Mari Walleruis
Senhora dos Navegantes - Guaíra
1- Ione Ferreira De Souza
2- Arlete Aparecida do Nascimento
3- Ana Isaura Da Silva Agostini
4- Aparecida De Lima Alves
5- Graziela Luiza Henrique
Nossa Senhora Aparecida – Guaira
1- Edilei Marchiotto
2- Eliana Brandini
3- Maria Aparecida De Morais
Sagrado Coração Jesus – M. C. Rondon
1- Edi Neulurger
2- Ina Weschenfelder
3- Isolde Leidens
4- Lucia Schmitt
5- Marlene Da Silva
6- Eliane Boch
Nossa Senhora Aparecida - Mercedes
1-Valéria Hoepers
2- Áurea Holler
Nossa Senhora Glória – Quatro Pontes
1- Renite Maria Rodhen
2- Amélia Horn
Santa Rosa De Lima – N. Santa Rosa
1- Lucilei Maria Welter
2- Dulce Madess
3- Rogério Pedro Schitz
Nossa Senhora das Graças – N. Sarandi
1- Vanderleia Comim
2- Rosa Maria Stuener
São Francisco de Assis – Assis Chat
1- Calvino De Lima
2- Eva Maria Da Silva Leite De Lima
3- Antenor Klein
4- Márcia E. Mendes
5- Eliane Leite Jesuíno
6- Madalena De Fátima Gil
7- João Gomes Sobrinho
8- João Da Silva
Santo Inácio de Loyola - Jesuitas
1- Antonio Carlos Chidichina
2- Célia Aparecida T. Da Silva
3- Eleni Viana De Barros
4- Joelma Moretto Bertelli
5- Jorge Alcides Pinto
6- Luiz Antonio D. Valentina
7- Reginaldo Adriano Brisqueleal
8- Marina Stela Toschi
Nossa Senhora de Lourdes - Tupãssi
1- Deovane Garcia
Paróquias não representadas
- Santo Antonio – Formosa Do Oeste
- São Roque – Nova Aurora
- São Luiz Gonzaga – Pato Bragado
- Cristo Rei – Entre Rios Do Oeste
- Nossa Senhora De Fátima – Vila Nova – Toledo
- Nossa Senhora Aparecida – Ouro Verde do Oeste
- Nossa Senhora Aparecida – Terra Roxa
- Nossa Senhora Do Carmo – Assis Chateaubriand
- Sagrada Família – Toledo
- Santa Margarida – Vila Margarida – M. C. Rondon
Paróquias ainda não criadas:
- São Francisco De Assis – Toledo (2000)
- Maria Mãe Da Igreja – Marechal Cândido Rondon (2007)
3ª Turma 2000-2001
Cristo Rei - Catedral
1. Arli Aparecida de Paula Ribeiro
2. Clecio Elias Ruaro
3. Eliseu Araújo da Silva
4. Ernesto Dall’Agnol
5. Geovane Chieza
6. Hainy José Strefling
7. Iraci Ribeiro da Silva
8. Ivete Covatti Signor
9. Mauro Castanharo Borgheti
10. Vagner Aparecido Alves de Lábio
11. Zélia Meneguzzi Gubiani
São Cristõvão - Toledo
1. Cáccia Lorena Miranda
2. Clausi Nogara Ludwig
3. Débora R. Pupo de Lima
4. Délia Maria Michelon Lenhard
5. Eduardo Berndt
6. Eduardo Strazzi
7. Elisa Maria Rauber
8. Ilmira M. Vargas
9. Inês Maria Kunghuhn
10. Ir. Marli Aparecida Schutz Rozeng
11. Janice Quintinos dos Santos
12. Kelly Cristina Favaretto
13. Margarida Vieira
14. Maria de Lourdes Silvestrin Colpo
15. Maria Lúcia S. R. Dalla Costa
16. Maria Luiza Gomes de Sá
17. Marta Madalena Dias da Rosa
18. Matilde Aparecida B. Gaspareto
19. Nelcy Maria Rauber
20. Neli da Luz Carvalho Garcez
21. Rodinei Antonio Gaspareto
22. Rosalina V. Prolo
23. Rosenette Vieira
24. Sandra Cristina Feiten
25. Solaide Pammer
26. Tania Salete de Souza Barichello
São Pedro e São Paulo - Toledo
1. Adair José Martins
2. Benedito Gomes da Silva
3. Celso Magalhães de Paula
4. Donizete Tomazoli Ferreira
5. Maria Aparecida Flores Cordeiro
6. Maria Tereza de Lima
7. Milton Rodrigues
8. Neide Santos de Almeida
9. Nena Viana de Oliveira
10. Nilson de Souza Ribas
11. Renata Aparecida de Lima
12. Salete Neuli Padilha
13. Solange Aparecida Dorta Ferreira
14. Zilda Rosa Gonçalves
15. Zimiro Mariano
Sagrada Família - Toledo
1. Alfeu Hickmann
2. Cleci Covatti Stuani
3. Danilo Weizenmann
4. Denise Luzia da Silva Novais
5. Ilena Dambros Grando
6. Iraci Maria Limolli Favaro Ribas
7. Irma Maria Turetta
8. Ivo Simão da Silva
9. Jaqueline Simionato
10. Maria Aparecida Simon
11. Maria Regina de Queiroz
12. Marizete Tibolla Finger
13. Rúbia Kelli da Silva Parizotto
14. Terezinha Hartmann
Menino Deus - Toledo
1. Elaine Decker Lawich
2. Lucilene Zacharias Salesse
3. Tathiane Kathia Reis
São Francisco de Assis - Toledo
1. Cerli Mercedes Fernandes Kryszczun
2. Erica Lúcia Pietrobelli
3. Irena Elvira Weber
4. Tereza Brixner
São Pedro - São Pedro do Iguaçu
1. Franciele Mannes
2. Silvana Xavier do Rigo
3. Valdelice Andrade de Oliveira
Sagrada Família - Dez de Maio
1. Lucia B. Frana
2. Marilete Vanzzo Dal Maso
Nossa Senhora Aparecida - T. Roxa
1. Leila Patrícia Pinto
2. Marlene Almeiran
3. Rosiele Fernanda Carvalho
Nossa Senhora de Fátima - Maripá
1. André Rodrigo Rech
2. Natalina Geraldi
São Vicente Palotti- Palotina
1-Rosival Aparecido Fernandes
Nossa Senhora dos Navegantes- Guaíra
1. Lourdes V. Sgrignoli Zaballos
2. Lucinéia Rodrigues dos Santos
Nossa Senhora Aparecida - Guaíra
1. Aline Almeida Kusbick
2. Carlos Saturno
3. Eni Aparecida Orlando de Moras
4. Maria Rita Alves Pereira
Sagrado Coração Jesus - M. C. Rondon
1. Adailton Gonçalves Dias
2. Amélia Hackbarth
3. Helena Hofstaetter Spohr
4. Maria Aparecida Rodrigues Oliveira
5. Vânia M. Z. Schuck
Nossa Senhora Aparecida - Mercedes
1. Aline Mikelli Buss
2. Alvadir Antônio Brun
Nossa Senhora da Glória - Q. Pontes
1. Dulce Hermes Persch
2. Edson Luiz Vecchietti
3. Tarcísio Afonso Göerch
Nossa Senhora das Graças - N. Sarandi
1. Mara de Fátima Maccari
Nossa Senhora do Carmo - Assis
1. Mara de Fátima Maccari
1. Aparecido Machado
2. Candido Ribeiro dos Santos
3. Ilza da Silva C.
4. Joari Vieira da Silva
5. Manoel Veloso Merquides
6. Maria Renilda da Silva
7. Mário Murakami
São Francisco de Assis - Assis
1. Vilson Alves da Costa
Santo Inácio de Loyola - Assis
1. Alessandro Miranda
2. Edilene Souza Silva Lopes
3. Edilza Martins da Silva
4. Joana Nunes de Azevedo
5. Lisonete A. C. Strada
6. Lúcia Panini do Espírito Santo
7. Ricardo Lopes
8. Rosângela Berto da Silva
9. Sérgio Ferreira da Silva
10. Sônia Cristina Andreassi Cícero Conde
11. Tereza Faria Della Valentina
Santo Antonio - Formosa
1. Izaura Bernardo Martins
2. Vera Lúcia Parrales Santana
São Roque - Nova Aurora
1. Irinéia Luisa do N. Vieira
2. Silvana Inês Junkes
3. Suely de Fátima Mudolan Cavalcanti
4. Zilda Mendes Ferrari
Nossa Senhora de Lourdes - Tupassi
1. Clenir Rita Battisti Dall Est
2. Laura Guinter Costa
3. Leila Marcon
4. Solange C. Mariussi
5. Vera Aparecida Pinheiro
Paróquia não representadas
- Cristo Rei – Entre Rios
- São Luiz Gonzaga – Pato Bragado
- Santa Rosa de Lima – Nova Santa Rosa
- Santa Margarida – Vila Margarida
- Nossa Senhora de Fátima - Vila Nova
PARÓQUIA QUE AINDA NÃO CRIADAS:
- São Francisco de Assis – Toledo (2000)
- Maria Mãe da Igreja – Marechal
Cândido Rondon (2007)
4ª Turma 2002-2003
Cristo Rei - Catedral
1. Ir. Maria Arlete Reuse Unfried
2. Ir. Silvane Fasson
3. Maria das Graças Luz Rodrigues
4. Roberto An